MENU

Mostrando postagens com marcador Motivos para ação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Motivos para ação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Três palavras que garantem o fracasso

Há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, elas promovem o fracasso quando pronunciadas em sequência.

Por Pedro Souza – Administradores.

dicas-de-como-se-tornar-um-funcionario-indispensavelNo conto de Ali Babá e os 40 ladrões a frase "abre-te sésamo" teria a mágica propriedade de um controle remoto. Pronunciá-la era o suficiente para que a entrada da caverna dos tesouros roubados fosse aberta, deixando o protagonista da história rico. Sésamo em português de Portugal é o nosso gergelim (aquele que vem em cima do pão). Sua planta se abre de forma lenta, soltando as sementes aos poucos, tal qual se espera de um depósito tão valioso. Era o inacreditável poder da analogia.

Diferente da fantasia de Ali Babá, há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, mas ao invés de atrair riquezas, elas garantem o fracasso quando pronunciadas em sequência. Vamos ver como funciona a mecânica por trás da expressão "eu vou tentar".

A falta de compromisso e confiança

Qualquer acordo que envolva a frase "eu vou tentar" já começa dando errado. Para aquele que diz, é uma declaração da sua provável incapacidade e, por isso, não conseguir é um resultado bastante aceitável. Quem escuta, por outro lado, endossa a postura e passa a esperar por uma falha. Nesse casso, o sucesso é lucro. Se as duas partes veem o fracasso como sendo a opção mais provável, não há por que fazer um esforço a mais no sentido de conseguir.

O medo de fracassar

Não há nada de errado em fracassar. De fato, toda grande conquista precisou de uma série de fracassos até que encontrasse um modelo de funcionamento ideal, ou visto de outra forma, talvez o fracasso seja a grande matéria prima do sucesso. O problema está em tentar ao invés de estabelecer uma meta de conseguir. Somente através de um esforço genuíno é possível obter resultados confiáveis sobre o que pode ou não dar certo. O que não acontece quando, motivado pelo medo de falhar, se inicia a empreitada usando a expressão "eu vou tentar".

A exclusão das alternativas

A flexibilidade é outro grande componente do sucesso. Significa adaptar as estratégias e ações às circunstâncias, em prol de um objetivo final amplo, buscando alternativas mais inteligentes diante de cada novo pequeno fracasso. Isso exige comprometimento com a meta de conseguir. Aqueles que simplesmente tentam, deixam o assunto de lado no primeiro revés. Afinal, o fracasso sempre foi a opção mais provável para eles.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Frustrações e Vendas

Paulo araujo Adoro vender. Adoro prospectar, mandar propostas. Adoro quando alguém me pede um orçamento. Adoro o relacionamento com o cliente. Vender é um grande barato! Não tem rotina. Eu me sinto vivo. Sinto correr o sangue nas veias.
Mas vendas também é frustrante. Isso mesmo! Nós levamos muito mais "não, obrigado" do que um "sim, valeu!". Andamos de um lado para o outro, levamos chá de cadeira, às vezes imploramos para marcar uma visitinha, carregamos pastas e catálogos. É duro quando não acontece aquilo que esperávamos. O mundo real é assim, em vendas é assim. Você tem grandes chances de se sentir frustrado. Mas e daí? E daí que você precisa praticar algumas "regrinhas" para alcançar mais sucesso e menos frustrações.

1. Aprenda a lidar com o NÃO, OBRIGADO! Ouvir "não" é normal. E o NÃO pode ser um grande incentivador, pois quanto mais um NÃO eu recebo mais perto estou de um... SIM! Uma tática que uso até hoje é prospectar todos os dias e às vezes ligo com o propósito de levar um NÃO. Daí, como já sei que vou levar um NÃO mesmo eu faço todos os tipos de perguntas. Por que não contratar um treinamento agora! Porque o Senhor pensa que sua equipe não precisa disso nesse momento? Perguntas e mais perguntas. E vou aprendendo com as respostas. Moral da história: use o NÃO como um aprendizado e um incentivador para chegar mais perto de um SIM.

2. Dedicação e persistência. Vender é um ato de dedicação e persistência. Você precisa provar que é um grande negócio. Que é um sujeito confiável. Haverá obstáculos e agradeça a Deus por eles, pois é assim que você vai amadurecer e crescer nessa profissão. Winston Churchill, um dos maiores estadistas britânicos fez o discurso mais rápido e curto da história para motivar os ingleses na Segunda Guerra Mundial e na luta contra o nazismo. Eis o discurso: "Não desistam! Nunca, nunca, nunca!"

3. Autocontrole e autodisciplina. Não no sentido radical da coisa, mas sim em estabelecer uma rotina de trabalho e de planejamento (como vendedor detesta planejar, meu Deus!). Não sair dando tiro pra todo lado. Obedecer aquilo que você tratou, usar efetivamente o conhecimento que têm e principalmente autocomprometimento. Autocontrole e autodisciplina no sentido de ter empenho, ou melhor, muito empenho para atingir suas metas e realizar os seus sonhos.

Pois é meu amigo vendedor, vendas não é uma arte. Não é questão de ser simpático, sorridente ou carismático. Vendas é uma ciência que tem pouco de exata e muito de humana.
E eu, na qualidade de vendedor só posso garantir-lhe com toda a certeza do mundo que vender não é fácil, mas é apaixonante!
Gostou das dicas? Repasse este texto para os seus amigos!!

Motive sua Equipe com Paulo Araújo!
Ligue Agora p/ (41) 3267 6761 - Curitiba - PR e Solicite uma Proposta para Contratar uma Palestra ou Treinamento de Motivação, Talentos e Vendas!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O FATO, A MENTIRA E OS DADOS EM VENDAS



Erga a mão quem nunca ouviu a expressão: "Toda história tem os dois lados."

É comum ouvirmos várias versões do mesmo fato, percepções, visões individuais que acabam por distorcer a realidade. A realidade só é boa quando lhe convém. 

Em vendas é assim! A percepção que o seu cliente tem do seu atendimento, do seu produto ou da sua empresa raramente será a mesma que você tem.

Por isso o profissional de vendas inteligente precisa ao menos tentar entender os reais motivos de compra do cliente. Por que o cliente deseja este produto ou serviço? Por que comprar da sua empresa e não do concorrente, ou sinceramente, por que o concorrente não pode ser tão bom ou melhor do que a sua empresa?
Defender com unhas e dentes e de forma cega a sua empresa pode ser um grande erro. Afinal, quem é bom em tudo?

Por isso sugiro que você, como bom profissional que é, atenha-se aos fatos, ou seja, o que realmente aconteceu. Medir o desempenho do seu produto, comparar com a performance do concorrente, ter uma clara noção da satisfação do seu cliente em relação ao atendimento prestado. Tudo o que for passível de medição e assim criar planos de melhoria contínua.

Só fatos não ganham o jogo, então ouvidos abertos a mentira. Dica estranha? Nem tanto. Será que não tem sequer uma pontinha de verdade o que os clientes insatisfeitos falam da sua empresa? O orgulho nos cega, os números enganam e o que pode ser uma grande mentira para você pode se tornar uma verdade absoluta para o cliente. Pelas redes sociais ou no You Tube navegam milhares de posts ou filmes de gente que se sentiu enganada, injustiçada, louca para se vingar do estresse causado por um produto que não funciona. Não funciona ou que em muitos casos o cliente não sabe como usar. Não importa. O vídeo está lá sendo visto por milhares de internautas. Quem diria, a internet serve como divã!

E por fim olho nos dados. Por que do fato surge a verdade ou a mentira e ambos tem impacto significativo nos dados e nos resultados do seu negócio. Os dados são honestos, não enganam ninguém, a não ser que sejam manipulados. Os dados sugerem se o caminho escolhido foi o certo ou o errado, indicam a hora certa para mudar, inovar, sair da rotina, fugir da mesmice.

E assim ao inovar, aprimorar e ouvir a voz do seu cliente interno e externo sua empresa escreverá sua própria história livre do paradigma de querer ser perfeita em tudo o que faz, honesta com os próprios erros, mas principalmente, engajada e comprometida em fazer sempre o seu melhor.

Paulo Araújo é especialista em Inteligência em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de Inteligência em Vendas. Autor de "Paixão por Vender" - Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br. Twitter - @pauloaraujo07

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O espírito empreendedor pode agregar valor à sua carreira


O velcro e o post it nasceram de mentes abertas e curiosas. Aquele matinho chato que gruda na roupa, conhecido como carrapicho, inspirou o cientista que inventou o velcro; enquanto uma cola que aparentemente não colava direito foi útil para um funcionário da 3M fixar seus bilhetes de recados amarelos em livros, criando um dos produtos mais conhecidos e lucrativos da empresa.

Pensar de forma inovadora pode agregar valor à sua carreira e gerar lucro para sua empresa.


A atitude empreendedora


Os empreendedores tendem a ser orientados para a ação e movimentam-se rapidamente para conseguir que as atividades sejam realizadas. São orientados por metas, dispostos a fazer as coisas mais importantes acontecerem para conseguir que seus objetivos sejam atingidos.

Combinam visão com ação, tanto planejam quanto fazem. São pessoas que sonham e que colocam seus sonhos em prática. Eles são uma combinação de pensadores, fazedores, planejadores e trabalhadores.

Podemos afirmar que ser empreendedor é possuir uma maneira especial de pensar e agir. É comportamental. Por isso podemos aprender. Temperamento não é destino.


Gerar ideias não é função apenas dos altos executivos


A empregabilidade passa pela pro atividade na solução de problemas e na busca de oportunidades de otimização de processos, diminuição de custos, melhoria de produtos e serviços. Portanto, contribua sempre que possível com suas ideias!


Fantasie e realize


O mundo está mais inovador do que nunca. Tecnologias que no passado exigiam hardwares enormes, hoje, cabem na palma da mão. Doenças consideradas incuráveis estão, hoje, prestes a serem eliminadas, graças à revolucionária pesquisa da biotecnologia.
Imaginação, ideias e descobertas continuam a inundar o planeta de maneira extraordinária e a uma velocidade incrível.

No contexto organizacional, inovação sempre está ligada a crescimento e melhoria da eficiência, produtividade, qualidade e posicionamento competitivo, market share, etc. Todas as organizações podem inovar, incluindo hospitais, universidades e empresas públicas.

A cada minuto as empresas são levadas a desbravar novos territórios com produtos e serviços que lhe darão uma nova vantagem competitiva.
Globalmente, a cada 60 minutos são solicitadas 101 novas patentes e mais de 2.265 novas empresas são abertas todos os dias.


A importância do cenário


A cultura organizacional é um dos grandes bloqueadores do empreendedorismo nas empresas. Três tipos de problemas básicos são os responsáveis por isso:

1. Expectativas invisíveis, que deixam os funcionários no escuro.
2. Obstáculos físicos, que tornam a performance desnecessariamente difícil.
3. Feedbacks inadequados, que deixam as pessoas sem informação da sua performance.


Como implantar um programa de empreendedorismo nas empresas?


Dar espaço para que os colaboradores criem novas formas de como fazer. Valorizar publicamente os colaboradores. Fazer com que o colaborador vista a camisa da organização. Mas não basta vestir a camisa, é preciso saber jogar. Diz Goethe: "Nada é mais assustador do que a ignorância colocada em prática". Crie programas especiais para educação e treinamento e estimule o colaborador a também estabelecer metas.


Patrícia Santos
Palestrante e consultora.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ser feliz ou ter razão?


Oito da noite. Avenida movimentada. Chuva forte.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Mas ele tem certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
- “Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido comigo um pouco mais…”
E ela diz:
- “Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.”
E completa:
- “Querido, estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”
Moral da história:
Esse fato foi contado por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Diante disso, me pergunto: “O que é melhor? Ser feliz ou ter razão?’
E lembrei de um outro pensamento parecido, diz o seguinte:
“Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”
Coloquei esta breve história no blog para que todos possamos refletir sobre este precioso ensinamento que ela nos traz.
Um grande abraço.
Paz e Alegria
Carlos Hilsdorf

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Como lidar com as críticas?

Quando desenvolvemos uma competência nos tornamos mais fortes diante da vida e de seus desafios. Dentro do rol das melhores competências que podemos e devemos desenvolver encontramos uma que nitidamente se destaca: a nossa competência em suportar a pressão das críticas!

As críticas se dividem em dois grandes grupos: as construtivas e as destrutivas.
A seguir, veremos como nos comportar em cada um dos casos.
Uma crítica é construtiva quando tem por finalidade contribuir com o nossoaperfeiçoamento. Por aperfeiçoamento devemos entender o foco em aprimorar nossas forças e diminuir nossas fraquezas.
No caso da crítica construtiva, quem o está criticando vai sempre lhe apontar uma deficiência (fraqueza) ou falta de eficiência (uma força que não está sendo plenamente ou corretamente utilizada). Em ambos os casos esta pessoa está lhe fazendo um favor porque está lhe ajudando a ampliar suas percepções a respeito de si mesmo.
Não é raro que alguém lhe faça uma crítica inesperada, daquelas que nem mesmo em seus dias de maior imaginação passariam pela sua cabeça. Nestes casos nossa primeira reação é a surpresa seguida imediatamente do julgamento de que a crítica só pode ser absurda e improcedente. É comum julgarmos absurdo ou improcedente aquilo que não passa pela nossa cabeça. Mas isto não invalida a importância da crítica!
”Quando todos pensam da mesma maneira, frequentemente, ninguém está pensando!”
Quanto mais rara for uma crítica, tanto mais importante ela tende a ser, portanto infinitamente maior a importância de a ouvirmos com atenção e refletirmos em profundidade sobre ela.
Diante de críticas construtivas o procedimento é simples. Ouça com toda a atenção, independentemente de suas impressões e julgamentos com relação ao autor da crítica. Desenvolva um profundo respeito e gratidão pelas críticas construtivas, elas são sempre um convite ao aperfeiçoamento e um poderoso remédio contra a vaidade.
Atente para uma questão muito importante: o fato da intenção da crítica ser construtiva não significa que a pessoa que a fez tenha habilidade em comunicá-la da melhor forma. Gentileza, boa educação e habilidade interpessoal não são características comuns a todos os bem intencionados. Isto significa que em muitas situações uma crítica construtiva, que muito pode contribuir com sua vida, poderá vir em péssima ”embalagem”. Preste mais atenção no conteúdo da crítica que na sua forma. Conheço várias pessoas de valor, sinceras e bem intencionadas que não sabem dizer as coisas com ”jeitinho”. Afinal por que esperar que as críticas venham apenas de pessoas craques em relacionamento e comunicação?
Vejamos agora as críticas destrutivas.
Uma crítica é destrutiva quando tem por finalidade desestruturar, ferir, magoar ou desorientar. Observe que o fato de você ter se magoado não significa, necessariamente, que a crítica tenha sido destrutiva. Alguém pode se magoar por tendência em colocar-se no papel de vítima, baixa autoestima, falta de humildade ou excesso de vaidade, e nestes casos a responsabilidade pela mágoa é toda sua.
A crítica é destrutiva quando é apresentada com o objetivo claro de causar dano ou ofensa, visando impedir seu processo natural de evolução. Esta é uma arma muito utilizada por pessoas presas aos processos de inveja, ciúme e maldade. Sim, estas pessoas existem e em proporção bastante alta.
Mesmo nestes casos, ouça atentamente a crítica. Lembre-se que alguém na tentativa de magoá-lo pode, ainda assim, dizer-lhe uma verdade. Seus oponentes podem ser pessoas inteligentes e a crítica apesar de maldosa, pode conter elementos verdadeiros.
Neste caso, este ”oponente”, por ironia do destino, estará lhe fazendo um bem, desde que você possua a humildade de analisar e refletir sobre o conteúdo da crítica!
Caso a crítica esteja fundamentada em conteúdo falso, maledicente ou preconceituoso, considere este texto a seguir que escrevi em meu livro Atitudes Vencedoras:
Pedras e frutos
”Não se atiram pedras em árvores sem fruto; toda tentativa de apedrejamento visa sempre derrubar os frutos.
Inocente ignorância dos apedrejadores, porque, mesmo conseguindo o feito, se esquecem de que os frutos caídos no chão experimentarão o tempo e a decomposição e voltarão a frutificar, de uma ou de outra maneira, pois cada semente dá origem à essência interior que carrega.
Já as pedras caídas no chão permanecerão pedras, e as mãos que as atiraram terminarão vazias, tão vazias quanto o coração e a alma que lhes ativaram o movimento.”

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Poder do Exemplo


Bela história que demonstra o poder do exemplo.
José queria proporcionar um dia especial para seus dois filhos. Resolveu fazer uma surpresa. Numa tarde ensolarada, decidiu levar seus filhos ao circo.
Ao chegar à bilheteria, pergunta:

- Olá, boa tarde, quanto custa a entrada?

O vendedor responde:

- R$ 30,00 para adultos, e R$ 20,00 para crianças de 7 a 14 anos. Crianças menores de 6 anos não pagam. Quantos anos eles têm?

E o pai responde:

- O menor tem 3 anos e o maior 7 anos.

Com um sorriso, o rapaz da bilheteria disse:

- Se tivesse falado que o mais velho tinha 6 anos, eu não perceberia, e você economizaria R$ 20,00.

E o pai responde:

- É verdade, pode ser que você não percebesse, mas meus filhos saberiam que eu menti para obter uma vantagem e jamais se lembrariam desta tarde como uma tarde especial.

E finaliza:

- A verdade não tem preço. Hoje deixo de economizar R$20,00 que não me pertenceriam por direito, mas ganho a certeza de que meus filhos saberão a importância de sempre dizer a verdade!

O atendente permaneceu mudo… Também ele teria uma tarde especial para se lembrar…

Moral da História:
Esta antiga história ilustra uma cena em que os filhos presenciam uma atitude correta do pai. A história nos permite perceber que:
* Nada deve substituir a verdade
* Educar é dar o exemplo
* O exemplo correto beneficia a todos ao nosso redor
* Jamais devemos fazer pequenas concessões à mentira, o preço é alto demais
* Uma tarde especial vale para toda a vida…
* As palavras convencem mas o exemplo arrasta

Um grande abraço.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A diferença entre Preço e Valor


O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu: "Vivemos em uma época o­nde sabemos o preço de tudo e o valor de nada!" 
Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a Marketing e Vendas.
Preço e valor são conceitos muito diferentes!
Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor.
Quando buscamos adquirir alguma coisa para satisfazer uma necessidade, fazemos vários tipos de esforços, entre eles, investimos tempo e dinheiro.
A soma dos esforços que despendemos para obter o que buscamos representam o preço que pagamos para obter o que queremos, enquanto a soma dos benefícios que recebemos ao obter o que buscamos representa o valor!
É muito importante observar que o preço não é composto apenas pelo dinheiro que investimos. Por exemplo, se gastamos muito tempo para obter alguma coisa, perceba que estamos pagando um "preço" mais alto para obtê-la, afinal investimos mais tempo do que queríamos. O que importa é a soma dos esforços.
Considere a seguinte relação quando quiser compreender a interação entre preço e valor:
Valor = Percepção de Benefícios/(Preço + Expectativas)
Observe que dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas possuírem valores diferentes e, também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes.
Por exemplo: Duas casas podem ser avaliadas, por critérios técnicos, pelo mesmo preço de venda, mas podem apresentar valores completamente diferentes na percepção de quem vai comprá-las, em função das expectativas de cada comprador. Seguindo o mesmo raciocínio, um comprador pode atribuir o mesmo valor a bens oferecidos a preços muito diferentes.
Assim, relativamente, quanto menores forem os esforços (energia, tempo, dinheiro, etc) e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação de nossas necessidades, maior será o valor que vamos atribuir a um determinado bem (produto ou serviço).
Afinal, o que importa, quando tratamos de valor, é o valor percebido por quem adquire o produto ou serviço. Reflita as colocações abaixo:
  • Quando um cliente diz "é caro", ele está tendo a percepção de que o produto ou serviço custa mais do que vale.
  • Quando um cliente diz "é barato", está tendo a percepção de que o produto ou serviço vale mais do que custa.
  • Quando o cliente diz "o preço é justo", ele tem a percepção de que o produto ou serviço vale exatamente o que custa.
Volto a lembrar que estes esforços não são somente monetários. Eu pago mais por um serviço de urgência porque ele diminui o "custo" da espera, aumentando o benefício da agilidade...
As grandes questões sobre preço e valor são questões de marketing e envolvem o universo das percepções!
Quando julgamos algo como caro ou barato, isso é fruto da nossa percepção dos benefícios recebidos na aquisição.
Portanto, valor de mercado é a estimativa geral do valor de um bem de acordo com a média das percepções de um determinado segmento de mercado e, preço de mercado é o preço médio pelo qual se estima vender este produto ou serviço neste mesmo segmento.
O segredo para não ficarmos reféns dos preços é realizar um excelente trabalho de gestão de valor, ou seja, ressignificar e ampliar a percepção de valor de nossos produtos e serviços na mente de nossos clientes.
Quando pedimos que alguém agregue valor estamos pedindo que torne as coisas especiais, ou seja, trabalhe a percepção do cliente para valorizar mais a oferta, a utilização de nossos produtos e serviços. Agregar valor é fazer com que as coisas sejam percebidas como especiais, apresentando benefícios muito acima do preço (esforço) necessário para adquiri-las.
As melhores empresas e melhores vendedores sempre agregam mais valor que a concorrência; justamente por isso conseguem sustentar preços mais elevados e margens de lucro mais significativas!
Os melhores profissionais de vendas trabalham em cima da percepção de valor de seus clientes, não ficam reféns do preço. Estes são os melhores profissionais de vendas da era atual: os consultores de negócios.
Em todas as áreas da vida sempre serão reconhecidos aqueles que conseguem evidenciar e agregar valor. Estas pessoas preenchem a vida e as relações de significado e conduzem seus interlocutores a perceberem os aspectos mais significativos de cada interação, aquisição e/ou relacionamento.
Agregue mais valor, afinal, a vida e os negócios, quando cheios de significado, não possuem preço

terça-feira, 31 de maio de 2011

Novos Tempos, Novos Líderes

Nas inúmeras pesquisas que realizamos, chegamos a diversas conclusões importantes em relação ao tema liderança. Uma delas refere-se à consistente incidência do que seriam os "atributos permanentes" de um líder, cuja permanência na lista de prioridades transcendem a função tempo. Características como honestidade, competência, persistência, dedicação, compromisso, coragem fazem parte de todos os estudos de liderança já realizados.

Neste artigo, procurarei, entretanto, enfatizar e aprofundar as características transformacionais do líder bem-sucedido no século XXI, que compreendem aquelas exigidas especificamente por estes novos tempos. Dessa forma, sem a pretensão de esgotar o assunto, indicamos e aprofundamos a seguir algumas dessas novas qualificações:

Profeta da mudança – Um líder dos novos tempos deve antes de tudo ser um profundo aprendiz, estudioso e conhecedor do ambiente estratégico no qual sua equipe e organização estão inseridas. Transpondo os limites até então vigentes, o novo profissional deverá compartilhar esse conhecimento com seus liderados de forma madura e profunda.

Instigador de mutantes – Sua função seguinte é persuadir, instigar e cutucar seus liderados nos limites da obsessão, para que eles também sejam amigos, participantes e implementadores de processos modificadores flexíveis. O lema de sua equipe será: “Existirão dois tipos de empresa em 2020 – as que mudaram e as que desapareceram”.

Negociador de desafios – Saindo (aliás, de maneira rápida e profunda) do totalitarismo, ele deverá ter a nobre capacidade de estabelecer em acordo mútuo (sem abandonar sua posição assertiva de líder) os desafios que serão perseguidos pelo seu time.

Criador de visões – Devido à época de caos e complexidade que vivemos, o novo líder deverá ter a capacidade de construir visões sobre o futuro que liberem o potencial humano de cada liderado e canalizem suas energias para a direção desejada.

Conselheiro amigo – Mais do que humano, o líder desses novos tempos deverá simplesmente tratar sua equipe como seres humanos, entendendo-os profundamente em sua estrutura psicológica, operando, em verdade, como um tutor. Deverá existir entendimento natural sobre as dificuldades que as pessoas apresentam ao lidar com o momento de turbulência e incerteza existente.

Amar o que faz – O líder do século XXI será aquele que conseguirá passar para os liderados a crença, o comprometimento, a energia e a paixão por aquilo que faz. O amor pelo trabalho será o combustível necessário às suas atividades profissionais.

Há pouco tempo a revista Fortune – publicação americana focada em negócios – fez uma pesquisa sobre as características do líder do século XXI. Em primeiro lugar não deu outra: “Amar o que faz.” Se não convencer pela emoção, ele poderá então racionalizar através das palavras: “Só amando o que você faz, você fará tão bem feito a ponto de vencer os desafios e a competitividade desses tempos”.




Marco Aurélio Ferreira Vianna
Consultor Organizacional e Palestrante

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Seja equilibrado em tempos de mudança


Artigo muito bom do Prof. Marins.  Equilibrio e muito importante em tudo que fazemos......

Publicado em: 23/05/2011 13:29h / Por: Prof. Luiz Marins

É natural que nos sintamos desconfortáveis com a mudança quando ela não foi desejada por nós. Quando a mudança é aquela que pedimos ou desejamos, tudo bem. Mas quando ela vem sem esperar ou contrariando nossos interesses o nosso sofrimento é naturalmente grande.

Muitas pessoas reagem de forma quase irracional à mudança. Não se conformam, não procuram entender as razões e desenvolvem um sentimento de perseguição e oposição total e assumem atitudes negativas a ponto de serem vistas como empecilhos que devam ser removidos do caminho. É preciso reagir com equilíbrio em tempos de mudança.
Nunca como nos dias atuais as empresas passaram por tantas mudanças. São fusões e aquisições, incorporações, mudanças no time de gestão em que toda a diretoria é substituída de uma só vez e muitas vezes ocorre a chegada de pessoas totalmente estranhas à empresa e às vezes ao próprio setor
.
Vencerão nessas horas aqueles que ajudarem a mudança ocorrer da forma menos traumática possível e não os que se posicionarem dificultando a adaptação dos novos dirigentes ou colaboradores. Nesses momentos uns perdem poder, outros ganham e muitas vezes os antigos perdedores são os novos ganhadores e vice-versa. Vejo que nessas ocasiões muitas pessoas são dispensadas sem nenhum motivo técnico ou por competência administrativa e sim porque não foram capazes de aceitar uma situação irreversível de mudança que na maioria das vezes nem as prejudicaria e poderia até beneficiá-las no médio prazo.  Vejo também situações em que alguém é prejudicado por tomar as dores de um colega de forma puramente emocional. E já vi casos em que se instala uma verdadeira guerra surda dentro da empresa com consequências danosas para todos os lados, sem que haja ganhadores.

Assim é preciso compreender que estamos em tempos de mudança. Mudam acionistas, controladores e dirigentes. Todo equilíbrio é necessário nessa hora para que não deixemos a emoção dominar a razão.

Pense nisso. Sucesso!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tripalium x Póiesis

 Quando vemos ou ouvimos pessoas que realmente gostam do que fazem, de Alguma forma nos sentimos realizados ou com uma leve sensação de prazer . Na ultima convenção da empresa UNIÃO QUÍMICA, tive o prazer de ver e ouvir este maravilhoso palestrante, com entusiasmo e verdadeira dedicação falou, gesticulou, fez magicas e emocionou muitos de nós da plateia. A partir de hoje compartilharei alguns dos artigos que Carlos Hilsdorf escreve mensalmente espero que gostem e deixem seus comentários.

O que torna as coisas especiais na vida é a maneira como as fazemos.

O significado especial que concedemos ao trabalho é a maior fonte de motivação para realizá-lo bem. Por isso, a importância de vivermos apaixonadamente, com entusiasmo e alegria.

Acontece que no dia a dia somos submetidos a uma série de estímulos contraproducentes ao bom desempenho das nossas funções. Estes estímulos vêm do comportamento de outras pessoas, das nossas crenças e ilusões e de fatores culturais tão arraigados que os incorporamos, reproduzimos e nem nos damos conta.

A palavra trabalho, por exemplo, deriva do latim, da palavra tripalium, originariamente um instrumento de tortura do exército romano composto por três paus. Enviar alguém ao tripalium era sinônimo de obrigar ao sofrimento, dor e exaustão - ideias ainda hoje muito associadas ao trabalho profissional...

Como muitas pessoas se sentiam, ao longo da vida, “obrigadas” a trabalhar para sobreviver, ocorreu a generalização do termo e do sentido intrínseco de trabalho como algo penoso. Daí a melancolia do domingo à noite, afinal amanhã é segunda-feira, dia de voltar ao sofrimento, ao tripalium...

Os gregos, hedonistas, por sua vez, utilizavam a palavra póiesis (com o significado inicial de criação, ação, confecção, fabricação e, posteriormente, arte da poesia e faculdade poética), que em português deu origem a palavra poesia, resgatando o sentido helênico de atividade que revela a beleza do espírito, envolvendo, portanto, prazer e satisfação!

Em O Banquete de Platão, encontramos o termo póiesis como a maneira pela qual o Homem atinge a imortalidade. Neste texto são apresentados três caminhos para póiesis:

1) A póiesis natural, associada a ter filhos;
2) A póiesis social, associada ao heroísmo;
3) A póiesis da alma, associada ao cultivo de uma vida virtuosa e voltada ao conhecimento.

Assim, poesia (em lato sensu) é percebida como um fruto da alma, uma maneira de transcender o momento presente e eternizar nossa participação no mundo, deixar um legado, enquanto o trabalho é enxergado como um castigo ao qual somos submetidos.

Quem você imagina que é mais feliz? Aquele que identifica trabalho com tripalium ou com póiesis?

A maneira como fazemos as coisas e a qualidade dos resultados que obtemos depende das razões que nos levam a fazê-las, do nosso grau de entusiasmo e paixão ao realizá-las. Imprimimos nosso estado de espírito em tudo o que fazemos.

O significado, o senso de missão, a construção no novo, do belo e do melhor permeiam as melhores realizações da humanidade em todas as áreas.

Encontre o significado especial do seu trabalho em relação à sua vida e à vida das pessoas que você ama e considera. Como você se sente em relação ao seu trabalho? Por quê?

Na busca pelas razões nobres que o motivam a realizar seu trabalho, pergunte-se:

1 - Por que eu faço isso? E você encontra suas causas, as razões que o levam a fazer as coisas.
2 - Para que eu faço isso? E você encontrará o significado, a finalidade pela qual você faz o que faz.

Procure encontrar os melhores “porquês” e “para quês”. Preencha sua vida de póiesis e elimine o tripalium. Afinal, o fato de que possa haver dor e sofrimento em vários momentos da vida, não pode e não deve transformá-la em uma tortura.

A vida é feita de escolhas. O que vivemos e como vivemos é sempre uma consequência natural, um desdobramento de nós mesmos. Vamos nos dedicar a fazer escolhas melhores, não somos prisioneiros do destino, somos poetas da criação, co-autores da história do mundo!

O texto do meu querido amigo Marco Aurélio Vianna que acompanha o nosso newsletter deste mês propõe um novo espírito de liderança, este estilo só é possível para líderes póiesis. Não fale às pessoas sobre as dificuldades de construir um barco, cative-as para o desejo de navegar: o barco será uma consequência!

Paz e Alegria!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Desafio de Tratar as Pessoas

Gosto muito de aprender e ler sobre a arte de fazer amigos e tratamento com pessoas. Acredito que cada vez mais este comportamento será importante, tanto na nossa vida profissional como na nossa vida pessoal. Portanto gostaria de compartilhar este belíssimo texto do autor abaixo...


Agradeço ao Andre por me compartilhar esta matéria....Abraços.....


(Texto de Max Gehringer )

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso
surpreende muita gente. Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um
grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um
colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em
grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo
sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e
ainda  desenhava a capa do trabalho - com tinta Nanquim. Já o Raul, nem dava
palpite.. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só,
apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse o Raul já estava
providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto
de nós pass ou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma
colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas
provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma Do
estudante que enobrece esta instituição de ensino'.

E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era
a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como
sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E
quem era o chefe do Pena?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha
subordinados melhores do que ele, e ninguém ali pareciam discordar de tal
afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele
apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava
um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para
Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse
que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais
burrinho já tinha sido astronauta.
E e u perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já
sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas
coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami
para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo , eu conheci o Vice-presidente de
recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma
habilidade de valor inestimável:... Ele entendia de gente. Entendia tanto
que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer
com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me
explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao
certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:

'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar
as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia
um expert, e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência
dele.

'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos.
Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam
Grandes'

Pense nisso